sexta-feira, 20 de maio de 2011

Sera que conseguimos viver sem sexo ?

O sexo, ao contrário de comer e de beber, não é uma das funções vitais do ser humano. A prova disso é que a falta de relações sexuais nunca foi responsável pela morte de ninguém. Mas podemos ser felizes sem sexo? Ou corremos o risco de virmos a sofrer de algum transtorno físico ou psíquico?

É verdade que somos pessoas sexuadas e renunciar a isso equivale a cortar com um aspecto chave da nossa natureza. Isto não quer dizer que a abstinência seja uma opção ilegítima. Se essa é a vontade da pessoa, é ela que a legitima.
Os problemas surgem quando a abstinência é involuntária". 
Questão de desejo - Para alguns sexólogos, falar de sexo é falar de prazer. No entanto, Júlio Machado Vaz diz que infelizmente as coisas não funcionam assim, sobretudo para as mulheres. "O homem tem mais dificuldade em simular, fisiologicamente, o desejo. A mulher pode simulá-lo mais facilmente. Ao longo dos tempos, ela foi obrigada a suportar o sexo sem qualquer prazer, apenas pela sua posição subordinada ao poder masculino. Logo: sexo sem desejo".

quarta-feira, 18 de maio de 2011

O que e sexo ?

Segundo o médico é uma doença, porque sempre termina na cama. 

- Segundo o advogado é uma injustiça, porque sempre há um que fica por baixo. 

- Segundo o engenheiro é uma máquina perfeita, porque é a única em que se trabalha deitado. 

- Segundo o arquiteto é um erro de projeto, porque a área de lazer fica muito próxima à área de saneamento. 

- Segundo o político é um ato de democracia perfeito, porque todos gozam independentemente da posição. 

- Segundo o economista é um desajuste, porque entra mais do que sai. As vezes,nem se sabe o que é ativo ou passivo. 

- Segundo o contador é um exercício perfeito: põe-se o bruto, faz-se o balanço, tira-se o bruto e fica o líquido podendo, na maioria dos casos, ainda gerar dividendos. 

- Segundo o matemático é uma perfeita equação, porque a mulher 
coloca entre parênteses, eleva o membro à sua máxima potência, e lhe extrai o produto, reduzindo-o à sua mínima expressão.